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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Hinos


Hino da E. E. Dr. Norberto Custódio Ferreira
Letra de Kellystefânia Oliveira L de Assis
Música: Willian Miller

Sempre alerta em constante vigília
Qual falcão o seu ninho a velar
Nos princípios de sua grandeza
Clientela em primeiro lugar
A homenagem ao seu grande patrono
Dr. Norberto Custódio Ferreira
Faz justiça à eterna memória
E ao seu amor a esta terra altaneira
Um extremado voltado ao progresso
De ideais e ações verdadeiras

Es escola de mil tradições
Nos registros de tua história
Teu passado, presente e futuro
Serão sempre cobertos de glórias

Igualdade de condições
Num ambiente de distintas convivências
Liberdade de aprender
Ombreando a divina transparência
O pensamento, a cultura
Sempre em primeiro lugar
Jamais curvou-se ao desafio
De ensinar, pesquisar, divulgar
És a mão que indica o caminho
A estrela jamais apagada

És escola de mil...

Nos canteiros da vida florescem
As sementes por ti semeadas
Na vanguarda da sabedoria
És o início da grande jornada
Tua bandeira, teu estandarte
Estarão sempre a tremular
No mais alto degrau do saber
E ninguém poderá macular
Vá em frente, ei, avante,
O que importa é a tua missão
Os teus feitos, tua memória
Passarão de geração em geração
És escola de mil...

HINO NACIONAL BRASILEIRO

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
               
Se o penhor dessa igualdade
                Conseguimos conquistar com braço forte,
                Em teu seio, ó Liberdade,
                Desafia o nosso peito a própria morte!

                               Ó Pátria amada,
                               Idolatrada,
                               Salve, Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

                Gigante pela própria natureza,
                És belo, és forte, impávido colosso,
                E o teu futuro espelha essa grandeza.

                               Terra adorada,
                               Entre outras mil,
                               És tu, Brasil,
                               Ó Pátria amada!

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

                Do que a terra mais garrida
                Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
                Nossos bosques têm mais vida,
                Nossa vida no teu seio mais amores.

                               Ó Pátria amada,
                               Idolatrada,
                               Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostenta estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
Paz no futuro e glória no passado.

                Mas, se ergues da justiça a clava forte,
                Verás que um filho teu não foge à luta,
                Nem teme, quem te adora, a própria morte.

                               Terra adorada
                               Entre outras mil,
                               És tu, Brasil,
                               Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
                               Pátria amada, Brasil.     

HINO DE CATAGUASES

                     I
Flor esplendente da Mata!
Cataguases bem fadada!
Terra por nós adorada!
Que os corações arrebata!

De ti quem pouco presume,
Mentindo ao próprio sentir,
Não vês que és filha de nume
Que teu fado se resume,
Teu futuro se desata
Num constante progredir.

            CORO

Salve!Ó ninho de encantos
Salve! Princesa da Mata!
Ouves de perto a sonata
Cheia de magos quebrantos.

Que o rio canta tremente,
Enaltecendo-te as graças,
Tudo aqui vive contente...
Do céu azul à áurea olente.

As flores, as aves, aos cantos,
Tudo te envia profalsas
Salve, salve
Princesa da Mata!

           II
Vai longe o tempo nefário
Vão longe os dias de dor,
Findo o teu triste fadário,
Sentes de novo o calor.

Que do peito de teus filhos,
A redoirar os teus brilhos,
Transborda em estos de amor
És a Fênix rediviva!
Desfeito o negro sudário,
Ressurge a face da Diva.


Letra de Rebeldino Baptista